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Como pode um gestor não cair vítima de um robô?Автор: Бугаевский Тимофей.
Nos últimos tempos, o mundo tem vindo a mudar activamente no sentido da robotização. Muitas profissões, num futuro não muito distante, poderão ser substituídas por robots. E esta tendência está longe de se limitar apenas ao trabalho manual pesado. Surgem regularmente notícias sobre novos robots: condutores, advogados, contabilistas. Isto não está a acontecer algures longe, mas já na Rússia. Todos os que estão a par colocam a pergunta: quem será o próximo? Quanto aos gestores, há debates; contudo, devido ao facto de o salário e a possibilidade de causar danos à empresa através de acções erradas ou maliciosas serem, normalmente, significativamente maiores num gestor do que num colaborador comum, o incentivo para poupar neles é suficientemente grande para que a procura de formas de o fazer esteja em pleno andamento. Como especialista em automatização, posso dizer que apenas as operações formalizadas são passíveis de automatização, isto é, as acções humanas repetitivas, bem estudadas e, por isso, passíveis de descrição. Por conseguinte, um robot só poderá fazer o seu trabalho se este for monótono e se, dia após dia, não houver nada de novo. Se, pelo contrário, estiver constantemente a procurar formas de fazer melhor o seu trabalho e o trabalho dos seus subordinados, dificilmente um robot o poderá substituir, e no novo mundo tecnológico continuará a ser procurado. |